Praia de Torres do Mondego recebe primeiro festival de danças do Mondego – atualizada

Numa iniciativa de escala regional inédita e com o objectivo de dinamizar o território do “maior rio português”, chega este verão o MUN’Danças 2012 – Festival de Danças no Mondego, que decorre de 26 a 29 de julho e 1 e 3 de Agosto na Praia Fluvial de Torres do Mondego (Coimbra), seguido de Festa na Aldeia no dia 4 de agosto, com jogos tradicionais, danças irlandesas, ranchos folclóricos e grupos de cantares, atividades no rio Mondego e um jantar regional, entre outras iniciativas.

Segundo a Associação de Projeto e Desenvolvimento do Parque Patrimonial do Mondego (APD-PPM) – que é a organizadora do evento –, “o festival pretende reforçar a coesão territorial e ligar o rio Mondego ao mundo através da música, da dança, das tradições e da festa popular”.

O MUN’Danças envolve a participação das comunidades locais, através da integração de grupos musicais e de dança regional e ainda da criação de oportunidades de negócio em mercados, bares e restauração.

O festival conta mais de 20 bandas folk (sete estrangeiras, nomeadamente europeias, africanas e brasileiras), 20 oficinas de música e dança, Espaço OM (destinado a ioga, meditação, relaxamento, praticas orientais), oficinas de instrumentos, de permacultura, de expressões, dezenas de actividades infantis, grupos folclóricos, tertúlias culturais, visitas guiadas, actividades lúdicas e desportivas, contadores de histórias e cozinha espiritual nas margens e no rio. As actividades no rio, os passeios na Natureza, as tertúlias culturais e a diversificada oferta de gastronomia regional e biológica são outros atractivos desta iniciativa.

Prossegue a venda antecipada de bilhetes que nesta fase (até 22 de Julho) ainda confere descontos. Os detentores de bilhete geral usufruem de campismo grátis junto às praias em áreas reservadas e muitos outros benefícios.
A organização tem uma bilheteira online que está acessível aqui, com uma nova funcionalidade de compra fácil através de referência Multibanco.

Texto de Cristina Alves

Deixar uma resposta