Warner Edita Colectânea Inéditos (1967-1999) De José Mário Branco

Considerado um dos nomes incontornáveis da Música Portuguesa das últimas décadas, especialmente da chamada Música de Intervenção, José Mário Branco é um cantautor admirado e reconhecido, que vê agora alguns dos seus temos reunidos em Cd, na colectânea Inéditos (1967-1999), lançada este mês, por ocasião dos seus 50 anos de carreira. 

O álbum reúne 26 temas, alguns deles primeiras gravações e datados de antes do seu álbum de estreia Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades de 1971, muitos até gravados em disco pela primeira vez, escolhidos pelo autor e restaurados a partir das bobines originais.

Compõem o álbum os temas: “Quantas sabedes amar, amigo (ou Mar de Vigo)”, “Ai flores do verde pinho”, “Leda m’and’eu”, “Ma madre velida”, “Levantou-s’ a velida”, “Bailad’ hoje, ai filha”, “Lelia doura”, “Ronda do soldadinho”, “Mãos ao ar!”, “Le proscrit de 1871”, “Cantar da viúva de emigrante”, “Fuga do mar”, “Fim de festa”, “Eu não tenho a certeza”, “São João do Porto”, “Remendos e côdeas”, “Fantaisie Languedocienne – 1º andamento”,
“Fantaisie Languedocienne – 2º andamento”, “Fantaisie Languedocienne – 3º andamento”, “Fim de verão (à maneira d’ Os Conchas)”, “Le cafard (à maneira de Eddy Mitchell)”, “Sotto il sole, sulla spiaggia (à maneira de Adriano Celentano)”, “Trompete-slow (à maneira de Helmut Zacharias)”, “Dô-Yô (à maneira de The Shadows)”, “Quantos é que nós somos”, e “Alma herida (bolero à maneira de Antonio Machin)”.

A edição é da Warner Music Portugal.

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