Vilar de Mouros: El-rei, o Rock na Despedida

tim2Na derradeira noite do festival, as baterias e guitarras eléctricas fizeram-se ouvir com uma intensidade especial. A abrir, no palco principal, The Legendary Tigerman. Durante cerca de uma hora, …Seguiu-se Deolinda que manifestou o privilégio de actuar num palco tão especial. E viria depois a cantar do Legendary Tigerman.

Depois, foi a vez do público fiel dos Xutos & Pontapés. “Maria”, “Não Sou o Único” ou “Casinha” foram revisitados e acompanhados a plenos pulmões pelos incondicionais fãs. Tal como Nuno Leitão, bancário reformado, que aos 65 anos vibrou intensamente. Para este portuense, “Xutos marcaram toda uma geração e continuam a marcar. São intemporais.”

Opinião sentida um pouco por todo o recinto, que recebeu a primeira grande enchente, para ouvir o “Homem do Leme”.

Com o mesmo entusiasmo que uma banda de jovens de garagem, os Xutos conquistaram facilmente o público. E não se esqueceram de saudar a organização do Festival – Fundação AMA – Autista pela causa nobre que decidiu abraçar.

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O Festival acabou de madrugada, ao som dos alemães Guano Apes. No ar, ficou a promessa de regressasr em 2015, a 30, 31 de julho e 1 agosto com um cartaz ainda mais apelativo para chamar mais  público – prometeu a organização.

Reportagem de Carlos Silva
Fotos de Patrícia Estrela

 

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