Serralves inaugura duas exposições a 1 de novembro

saalO Processo SAAL: Arquitetura e Participação, 1974-1976 e The Otolith Group são as duas exposições a ter em conta, a partir de 1 de novembro, no Museu de Serralves.

A primeira, patente até 1 de fevereiro de 2015, é dedicada ao SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local), projeto arquitétonico e político criado pouco depois do 25 de Abril de 1974. A exposição apresenta esta fusão entre arquitetura e participação direta através de maquetas, fotografias históricas, gravações sonoras, documentários e filmes. A estes juntam-se fotografias encomendadas a André Cepeda, José Pedro Cortes e Daniel Malhão e uma instalação de Ângela Ferreira.

A mostra é comissariada pelo curador independente Delfim Sardo e organizada pelo Museu de Serralves em colaboração com o Canadian Center for Architecture de Montreal, onde estará patente entre maio e setembro de 2015.

Também a 1 de novemotolith_groupbro estreia no museu portuense The Otolith Group, primeira exposição em Portugal da dupla Anjalika Sagar e Kodwo Eshun.

A exposição propõe uma trilogia de filmes centrados na política e na estética da água, que exploram as relações entre ecologia, representação e política. The Radiant, obra de 2011 foca o tsunami que causou o colapso da central nuclear de Fukushima; I See Infinite Distance Between Any Point anda Another (2012) é dedicado à artista greco-libanesa Etel Adnan. Por fim, Hydra Decapita (2010) prossegue a investigação de temas relacionados com a hidropolítica e a hidroestética.

O Otolith Group apresenta ainda projeções do seu trabalho mais recente, In the Year of the Quiet Sun, filme de 2014 dedicado ao pan-Africanismo.

As mostras podem ser visitadas durante o horário de inverno do museu, de terça a sexta, entre as 10h00 e as 17h00 e aos sábados, domingos e feriados, das 10h00 às 19h00.

Texto de Alexandra Gil

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