Reflexão sobre o Centro de Arte Moderna e a Cultura Portuguesa dos anos 80 na Gulbenkian

CAM30_02Na véspera do encerramento da exposição Sob o Signo de Amadeo. Um Século de Arte patente na Gulbenkian, realiza-se dia 18, uma reflexão alargada sobre o Centro de Arte Moderna (CAM) e a Cultura Portuguesa dos anos 80.

Vários intervenientes vão recordar esta década, caracterizada por uma modernização tardia e por uma aculturação pós-moderna, típica do Portugal pós-revolucionário. Será também lembrada a ação de Madalena de Azeredo Perdigão, os Encontros ACARTE, exposições realizadas no CAM como a “Diálogo” e as apresentações do Living Theatre na Fundação.

O programa tem início às 10h30, com um debate em redor do tema Ser pós-moderno: entre o Frágil e o ACARTE, com testemunhos dos arquitetos Manuel Graça Dias e Jorge Figueira, do galerista Luís Serpa e da investigadora Ana Bigotte Vieira. Isabel Carlos, diretora do CAM, modera a sessão.

À tarde, a partir das 14h30 a discussão centra-se nas particularidades do edifício: O CAM de Leslie Martin: entre o Hangar e o Museu. Intervêm na conversa o arquitetos Nuno Grande e Mário Krüger, o curador Delfim Sardo e o artista Pedro Cabrita Reis. Bárbara Coutinho, diretora do MUDE – Museu do Design e da Moda, modera a sessão.

Às 17h00, dar-se-á a derradeira ativação da obra «Aerotiv» de André Guedes, uma instalação situada no hall e que foi recentemente doada ao CAM pelo artista.
Este encontro terá lugar na Sala Polivalente do CAM. A entrada é livre, sujeita à lotação do espaço.

Texto de Tânia Fernandes

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