Os Resistência Encerram a Tournée Horizonte no Campo Pequeno Mano a Mano

Reportagem de Madalena Travisco (texto) e Joice Fernandes (fotografias)

Depois de quase 20 anos de silêncio, os Resistência regressaram aos palcos em 2013, editaram Horizonte em 2014 e marcaram, a 17 de dezembro de 2015, o fim da tournée com um concerto no Campo Pequeno, em Lisboa.

“Vamos voltar ao princípio, é isso?”, perguntou Miguel Ângelo antes do “Nasce selvagem” que fechou o encore e que foi também o segundo tema do alinhamento da noite depois de “Alegria”.

Entre as novas canções e as músicas de sempre, escutou-se, cantou-se e aplaudiu-se “Vai sem medo”, “No meu quarto”, “Cantiga de amor”, “Balado do Bloqueio”, “Timor”, “Finisterra (instrumental)”, “Liberdade”, “Ser maior”, “Deitar a perder”, “O melhor amigo”, “Aquele inverno”, “Cidade fantasma”, “Perfeito vazio”, “Amanhã é sempre longe demais”, “A noite”, “Baloiçando nas estrelas” e “Chamaram-me cigano”.

Para o encore, já com todos de pé, trouxeram o “Não sou o único”, “Um lugar ao sol”, “Circo de feras” antes de bisar o “Nasce Selvagem”.

Contrariando “O que lá vai, lá vai, o que já foi, já foi” – refrão de um dos temas – os 11 resistentes músicos mantêm a importância das palavras e das guitarras. Fernando Júdice no baixo, Mário Delgado na voz e na guitarra clássica, Pedro Ayres de Magalhães, Fernando Cunha e Tim na voz e guitarra, Dudas na guitarra, Pedro Jóia na guitarra clássica, Alexandre Frazão na bateria, José Salgueiro nas percursões e, nas vozes e na animação, Olavo Bilac e Miguel Ângelo.

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