NOS Primavera Sound Assinala Dia Da Criança Com 3 Dias De Concertos

A antecipar o festival, o NOS Primavera Sound vai assinalar O Dia Mundial da Criança com vários concertos para toda a família nos dias 1, 2 e 4 de junho. 

Mão Verde (o projeto de Capicua e Pedro Geraldes), Throes + The Shine e a comemoração dos 50 anos de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band dos Beatles são as propostas do NOS Primavera Sound para a Festa da Criança, nos Jardins do Palácio Cristal, no palco Mini NOS.

A festa arranca a 1 de junho, às 11h30, com Mão Verde, o projeto de Capicua e Pedro Geraldes, que, além de um livro e de uma forma de sensibilização e intervenção, é um concerto temático, em torno das plantas, da agricultura, da alimentação, dos cheiros das ervas aromáticas, da cor das flores e com uma clara motivação ecológica. Durante cerca de uma hora, com muitos momentos de interação com o público, há canções alegres e com importantes mensagens. A abordagem é tão inteligente quanto divertida, e envolve vários temas quotidianos e do universo verde que nos rodeia, com rimas, histórias, rap e jogos de palavras, sobre batidas coloridas e acompanhadas por diversos instrumentos tocados ao vivo. Capicua e Pedro Geraldes vão estar acompanhados por Francisca Cortesão (Minta & The Brook Trout) e António Serginho (Retimbrar).

No dia seguinte, a 2 de junho, entre as 12h00 e as 17h00 sobem ao palco Throes + The Shine. A banda luso-angolana cujo percurso se iniciou em 2011 mistura a música de dança africana com elementos da música ocidental.

A 4 de junho, das 11h30 às 16h30, os Beatles são recordados numa celebração do 50º aniversário do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club BandNão pretendendo a reprodução integral dos temas dos Beatles, e tendo como ponto de partida o álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, a banda, em confronto direto, desconstrói os temas mais famosos da mais icónica banda do mundo, trazendo para a cena o público, num espetáculo dinâmico e interativo. Entre o baixo-elétrico, guitarra, bateria, teclado e vozes, o público é envolvido na narrativa de forma descomprometida, integrando ambientes sonoros heterogéneos, melódicos e rítmicos, bem característicos da banda, entrando assim numa viagem misteriosa e numa batalha musical de sons e sensações. É sem se aperceber que o espectador se torna também músico, cantando melodias simples, percutindo ritmos e tocando instrumentos, transfigurando o espetáculo numa oficina, e, portanto, num workshow.

A entrada é livre.

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