Música de Câmara Regressa a Lisboa em Mais um Cantabile

cantabileArranca já amanhã a sexta edição do Cantabile. Promovida pelo Goethe-Institut Lisboa, a iniciativa propõe, até 27 de setembro, cinco concertos de música de câmara, em vários locais da cidade.

Entrelaçando passado e presente, o festival convida a uma viagem musical que vai da época clássica de Mozart e Beethoven até à modernidade de Wolfgang Rihm, György Ligeti ou György Kurtág, passando por grandes compositores românticos, como Schubert, Schumann ou Brahms.

Com direção artística do solista internacional Diemut Poppen, o Cantabile traz a Portugal traz a Portugal alguns dos músicos mais prestigiados, entre os quais Barnabás Kelemen (violino), Sebastian Manz (clarinete), Balász Szokolay (piano), Lászlo Fenyö (violoncelo) e Diemut Poppen (viola).

O concerto de abertura, a decorrer no Goethe-Institut, no dia 22 às 19 horas, são interpretadas obras de Dvorák, Ligeti e Piazzolla pelos Solistas do Estágio Gulbenkian para Orquestra.

Na quarta-feira, é a vez dos Solistas do Festival Cantabile subirem ao palco da Fundação Calouste Gulbenkian com repertório de Rihm, o Septeto de Beethoven e o Octeto de Schubert. A música de câmara anima as Ruínas do Convento do Carmo, a 25, para um concerto único com obras de Bruch, Luís Tinoco e Beethoven a cargo dos Solistas do Festival Cantabile.

No dia seguinte, os Solistas da Fundação Gulbenkian e os do Festival Cantabile interpretam, na Igreja de São Julião, às 19h00, repertório de António Pinho Vargas, Mozart, Schubert e Chostakovitch.

O evento termina a 27 de setembro, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz com mais um concerto dos Solistas do Festival Cantabile, desta feita com obras de Schumann, Kodaly, Kurtág, Szokolay e Brahms.

O Festival Cantabile é de entrada livre, sujeita à lotação da sala, podendo os bilhetes ser levantados no local, no dia dos concertos.

Texto de Alexandra Gil

 

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