HMB no Tivoli em Concerto de Encerramento da Digressão de Sente

HMB Tivoli
HMB Tivoli

Dois segundos. Foi o tempo que demorou para o Tivoli, repleto, estar de pé a dançar ao som de Grammy. Para não mais se sentar. Seguiu-se Dia D, Sente e Sabe bem e uns HMB felizes, muito felizes, a partilhar o que mais gostam de fazer – música.

Por esta altura os nervos já tinham desaparecido. “Estava nervoso antes de entrar, mais do que quando fui conhecer o meu sogro!” e o público estava rendido.

“É um prazer tocar para quem nos quer ver”. E quisemos. Muito. Porque Héber, Joel, Daniel, Fred e X são autênticos e boa gente, quase de uma inocência que enternece. “Esta é a história de um gajo… ai, desculpem esta linguagem… dizia eu que esta é a história de um homem…”. Com Talvez os telemóveis acenderam e o concerto seguiu “intenso” para Tua Maneira e Essa Saudade, escrita pela mulher de Héber. “Amor, é impressão minha ou estás ao lado do Marcelo Rebelo de Sousa?”. Estava. Tu e eu, Só nós dois e Tudo muda voltaram a incendiar o Tivoli. Levaram-nos ao primeiro disco mas foi de regresso ao Sente que nos pediram sorrisos (Sorri para mim), para um dos muitos momentos altos da noite: público e HMB a misturarem-se num sem número de selfies (#senteHMB). Com Marcelo incluído. Passámos pelo Ciúme para chegar a Superego e Feeling++, as escolhas perfeitas para encerrar o concerto em “alta vibe”. Dança e mais dança, duas horas de dança. Os sopros foram aposta ganha e os back vocals emolduraram na perfeição a voz de Héber.

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O encore veio com o público a entoar HMB e ninguém queria que acabasse. No palco e fora do palco. Era uma festa e estávamos todos juntos naquilo. Não me deixes partir foi cantado a plenos pulmões, seguiu-se CDQP com muitos saltos e por fim Naptel Xulima, porque, de facto, tudo na vida rima se prestares atenção.

E assim se encerrou a digressão do segundo álbum dos HMB, Sente. “Estou tão feliz”, disse-nos Héber. Estamos todos, dizemos-te nós.

Reportagem de Ana Gouveia (texto) e Ana Filipa Correia (fotografias)

 

 

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