God Save The Queen no Coliseu do Porto: The Show Must Go On

Reportagem de Sandra Mesquita (texto) e Catarina Costa (fotos)

tribute_to_queen_porto2014-012Depois de Lisboa, foi a vez do Porto receber, no sábado passado, God Save The Queen, a banda de tributo à mítica banda de Freddie Mercury. O Coliseu do Porto deu lugar a um espaço de encontro entre diferentes gerações: se por um lado muitos estavam ansiosos para reviver os êxitos da banda que marcou as suas juventudes, outros, em minoria, nasceram depois do final da banda e ocupavam o espaço em frente ao palco com o mesmo entusiasmo.

Quando os ponteiros do relógio apontaram as 21h30, hora marcada para o início do espetáculo, o público impaciente batia palmas ao som de “We Will Rock You”, o grito de guerra dos Queen. E foi com esse tema que, cerca de dez minutos depois, God Save The Queen subiram ao palco do Coliseu quase esgotado.

No repertório, os argentinos Pablo Padín, Francisco Calgaro, Ezequiel Tibaldo e Matías Albornoz, considerados a melhor banda de tributo aos Queen, trouxeram temas como “Another One Bites The Dust”, “Under Pressure”, “Save Me” e “A Kind of Magic”.

Depois de quinze minutos de espetáculo, a plateia já estava completamente conquistada e todo o Coliseu juntou-se numa belíssima festa de celebração àquela que foi uma das bandas mais marcantes de sempre.

“Who Wants to Live Forever” e “Love of My Life”, cantadas ao piano, foram as duas grandes baladas da noite. O passar dos anos não apagou da memória as letras dos temas e o público entoava em uníssono cada frase das músicas. Por entre a escuridão do Coliseu, iluminado por ecrãs de telemóveis, viam-se alguns isqueiros no ar, como mandava a tradição em outros tempos.

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“I Want It All”, “Crazy Little Thing Called Love”, “Bohemian Rhapsody”, “Radio Gaga” e “The Show Must Go On”, o tema que dá nome à tour da banda de tributo, foram alguns dos momentos altos da noite.

Em “I Want to Break Free” Pablo Padin, que surpreende pela semelhança física e vocal com Mercury, surge em palco vestido de mulher, como no vídeo da banda lançado em 1984. Também a bandeira de Portugal subiu ao palco, erguida pelo vocalista ao som do hino “We are the Champions”.

Nascidos durante a década de 70, os Queen alcançaram o auge nos anos 80 até à morte do vocalista Freddie Mercury em 1991. Para trás deixaram inúmeros êxitos e uma legião de fãs que cresce a cada geração. Prestar tributo aos Queen não é tarefa fácil, quer pela qualidade indiscutível da banda, quer pelo carisma incomparável de Freddie Mercury. No entanto, o espetáculo musical dos God Save The Queen consegue transportar o público numa viagem até à década de 80 para reviver os grandes êxitos da banda. Este é, sem dúvida, um espetáculo que todos os fãs dos Queen não devem perder.

 

 

 

 

 

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