Festival MED 2017 Teve Mais Uma Edição Frenética

Reportagem de Ana Horta e Paulo Sopa

A Zona Histórica de Loulé viveu este ano mais 4 noites verdadeiramente frenéticas do Festival MED, que decorreu de 29 de junho e 2 de julho.

O alinhamento musical transbordou diversidade, o festival de street food – um festival dentro de um festival – , a mostra de artesanato, entre outros, continuam a fazer deste festival MED uma referência no que a festivais de world music diz respeito.

Foram cerca de 75 horas de música, 55 bandas e mais de 250 músicos de 21 nacionalidades, distribuídos por oito palcos (sendo 3 principais:Matriz, Cerca e Castelo) que marcaram esta 14ª edição.

Nomes sonantes da música nacional e internacional pisaram os palcos do MED: na primeira noite Ana Moura foi um dos nomes mais conhecidos, Rodrigo Leão na segunda ou Mayra Andrade na terceira, Lura, Teté Alhinho, Canzioniere Gracanico Salentino, Fanfare Ciocarlia,  Che Sudaka (Argentina/Colômbia), Boogat (México) Pascal Danae, Hélder Moutinho e Fábia Rebordão, para além de outros ilustres (des)conhecidos que fizeram valer o preço do bilhete aos milhares de pessoas de todas as idades vindas dos 4 cantos do mundo.

Para além da música, animaram os visitantes e fizeram as delícias dos visitantes espetáculos de teatro de rua, fanfarras, espetáculos de fogo, dança do ventre, grupos de cantares alentejanos e ranchos folclóricos, barracas de artesanato e doçaria, exposições e ainda sessões de Poesia do Mundo, e cinema, fazendo deste um programa muito vasto e diversificado.

De referir ainda que o MED recebeu este ano o prémio de Melhor Festival de Média Dimensão da Península Ibérica.

O festival está bem e recomenda-se e, à semelhança dos últimos anos, o espaço parece já pequeno para a quantidade de público que recebe, A edição de 2017 já está garantida.

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