Festival Às Vezes o Amor Regressa em 2016

amor_asvezes-002O Festival Às Vezes o Amor regressa em fevereiro de 2016, para a sua segunda edição, que vai decorrer no dia 13 de fevereiro, em sete cidades portuguesas em simultâneo – às 22h00, e no dia 14 em Évora, que marca o encerramento do festival.

Nesta 2ª edição participam Amor Electro – que atuam no Teatro Municipal de Vila do Conde; David Fonseca no Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha; Tiago Bettencourt no Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco; Paulo Gonzo no Campo Pequeno em Lisboa; Deixem o Pimba em Paz (com Bruno Nogueira e Manuela Azevedo) no Coliseu do Porto; os repetentes João Pedro Pais – em Leiria no Teatro José Lúcio da Silva;  Miguel Araújo no Centro Cultural de Ílhavo; e a encerrar o festival, D.A.M.A. – no dia 14, às 18h00 na Arena de Évora.

Este é um festival diferente, que pretende celebrar o amor, e com música portuguesa. Segundo explicou ao C&H, Luís Pardelha – produtor do festival, à margem da apresentação. “Este é um festival de música portuguesa, que tem lugar num data icónica, e na qual quisemos fazer algo, e lembrámo-nos de fazer algo que tivesse dimensão a nível nacional, pois não havia nada assim, só coisas pontuais ou locais,”, e foi assim que surgiu o “Às Vezes o Amor”.

amor_asvezes-005Sobre a escolha das cidades este ano, que são as mesmas do ano passado, e a escolha do cartaz, Luís Pardelha explicou que “O ano passado os concertos correram bem nestas cidades, e até esgotaram , e por isso este ano voltámos a escolhê-las. Quanto ao cartaz, tentámos escolher artistas atuais, com trabalhos novos, que o público gosta e também que estivessem disponíveis e quisessem participar na iniciativa é claro”.

Opções que se refletiram num cartaz de luxo em português.

Os bilhetes para a 2ª edição do Festival variam de sala para sala, e vão dos 10 euros aos 45 euros, e estão à venda nas bilheteiras das respetivas salas de espetáculos, online e outros locais habituais. A produção é da Produtores Associados e o patrocínio volta a ser do Montepio.

Por Elsa Furtado (Texto e Fotos)

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