Festival Ao Largo Este Ano No Palácio Da Ajuda De 10 A 25 De Julho

Ano especial requer localização especial, assim, este ano o Festival Ao Largo vai decorrer no pátio do Palácio da Ajuda de 10 a 25 de julho, com entrada livre.

Esta 12ª edição vai ter uma programação mais diversificada que as das edições anteriores, e inclui espetáculos de música clássica, dança, e teatro (pela primeira vez), e vai contar com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) e do Coro do Teatro Nacional de São Carlos (Coro TNSC) que asseguram um total de seis concertos e uma programação especialmente eclética, e ainda as participações da Camerata Atlântica, a Orquestra Invicta All Stars e Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

A programação é da responsabilidade de Elisabete Matos e vai incluir também dois momentos de homenagens aos heróis e às vítimas da Covid 19. A apresentação dos espetáculos vai estar a cargo de Jorge Rodrigues.

Programação:

10 de Julho, 21h30 – Pedro Neves conduzirá o grupo de Metais e Percussão da Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP), num programa festivo e exuberante, que convoca grandes compositores.

11 de Julho, 21h30 O grupo de Cordas OSP e um octeto de violoncelos a apresentar-se sob liderança de Irene Lima (nas peças para 8 violoncelos) e de Pedro Meireles (nas obras para orquestra de cordas). Destaque para o soprano Susana Gaspar, que interpreta o n.º 5 das Bachianas Brasileiras de Villa-Lobos e as 6 Tonadillas en Estilo Antiguo de Granados.

12 de Julho, 21h30 – Teatro Nacional D. Maria II apresenta a peça Sopro, de Tiago Rodrigues, centrada em Cristina Vidal, ponto do D. Maria II há mais de 25 anos, uma profissão que aparece pela primeira vez sob os holofotes.

13 de Julho, 21h30 – O agrupamento de cordas Camerata Atlântica propõe-nos um programa de tangos e boleros, com o tenor Carlos Guilherme como solista, acompanhado por um casal de bailarinos. O violino e a direção musical são de Ana Beatriz Manzanilla.

14 de Julho, 21h30 –  A Orquestra Invicta All Stars apresenta pela voz dos clarinetes, um programa que deambula entre o repertório erudito e os temas mais populares. Direção de António Saiote.

15 de Julho, 21h30 – Coro do Teatro Nacional de São Carlos (Coro TNSC), acompanhado pelos solistas Dora Rodrigues, Maria Luísa de Freitas, Carlos Cardoso e André Henriques, sob direção de João Paulo Santos, interpretam A Petite Messe Solenelle de Rossini. Momento de homenagem aos profissionais que estiveram na primeira linha do combate à pandemia, desde a área da saúde à proteção civil e forças policiais, passando por todos os setores, do público ao privado, que se mantiveram em funções.

17 de Julho, 21h30 Incursão pelo cinema, através do espetáculo estreado  nas celebrações dos 125 anos do São Luiz Teatro Municipal. Filipe Raposo compôs uma partitura para acompanhar o filme Metropolis, de Fritz Lang, e é essa obra que vamos  ouvir através da interpretação da OSP.

18 de Julho, 21h30 – O Coro do TNSC, com direção de Joana Carneiro, e com os solistas Alexandra Bernardo e Luís Rodrigues, num dos momentos altos do festival, prestará tributo às vítimas mortais da pandemia que vivemos. O destaque vai para o Requiem de Fauré, num programa completado por obras de Mozart e Franck. 

19 de Julho, 21h30 – Última apresentação da OSP, com a Joana Carneiro na regência, num programa para orquestra de câmara que reúne obras de Mozart, Dvo?ák e Tchaikovski.

20 de Julho, 21h30 – Orquestra de Câmara de Oeiras e Cascais, num programa com obras de Sibelius, Britten e Martin e que será dirigido por Nikolay Lalov. Os solistas são Filipa Portela e Lilia Donkova.

23, 24 e 25 de Julho, 22h00 – A Companhia Nacional de Bailado apresenta em estreia  duas criações encomendas a jovens coreógrafos, e apresenta excertos do I Ato de Dom Quixote de Eric Volodine.

A entrada em todos os espetáculos é livre e a organização garante que “serão observadas as regras e boas práticas determinadas pelas autoridades competentes, nas suas mais variadas vertentes: acessos, permanência e saída.”

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