Edição 2022 Dos Festivais Gil Vicente Arranca Dia 2 De Junho

festivais guimarães

O ciclo de Festivais Gil Vicente decorre de 2 a 11 de junho, no Centro Cultural Vila Flor (CCVF) e no Centro Internacional das Artes José Guimarães (CIAJG), em Guimarães, com «a pluralidade do mundo a continuar a manifestar-se através do dispositivo teatral e interpelar-nos acerca de questões de fundo que organizam a nossa sociedade.»

O Grande Auditório Francisca Abreu, no CCVF, acolhe o espetáculo inaugural dos Festivais Gil Vicente, no dia 2 de junho, pelas 21h30, com a peça Tratado, a Constituição Universal, de Diogo Freitas, o último espetáculo do ciclo Democracia e os Anos 90, da Momento – Artistas Independentes.

No dia seguinte, às 21h30, o CCVF acolhe Massa Mãe, de Sara Inês Gigante, com «uma gaiata a esmiuçar parte da sua identidade – a que está bordada com corações minhotos.»

No sábado, dia 4 de junho, às 21h30, o CIAJG acolhe Limbo, de Victor de Oliveira, um espetáculo que «questiona os conflitos de identidade dos mestiços (Mulatos) e os horrores da colonização e da política de hierarquia de raças, para perceber o lugar que ocupam, atualmente, os afrodescendentes nas antigas potências colonizadoras europeias».

No dia 9 de junho, pelas 21h30, sobe ao palco do CCVF, a peça O Desprezo, dos auéééu, que «inspirados pelos filmes Le mépris e Weekend, de Jean-Luc Godard, propõem-se pensar o sentimento de desprezo, esta ausência de consideração pelas relações que cultivamos nas nossas vidas, o exercício de poder dominante, a manutenção dos seres desprezados.

No dia seguinte, também no CCVF, às 21h30, o espetáculo Another Rose, de Sofia Santos Silva, que «propõe uma colaboração com Gulabi Gang, um grupo ativista sediado em Uttar Pradesh, no norte da Índia, fundado por mulheres para dar resposta à violência sistémica e discriminação generalizada de uma sociedade assente em práticas e costumes patriarcais que banalizam a violência sobre as mulheres».

A fechar os Festivais Gil Vicente, no dia 11 de junho, às 21h30, Ainda Marianas, de Catarina Rôlo Salgueiro e Leonor Buescu, «um espetáculo que pretende convocar uma discussão em torno da memória coletiva, de um país, das suas gentes, e do seu tempo.»

Os bilhetes, à venda nos locais habituais, custam entre 5 a 7,50 euros por espetáculo, com um passe para três espetáculos à venda por 15 euros ou o passe geral, por 30 euros.

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