O Fado Já Se Ouve Pela Rua EDP Do NOS ALIVE 2016

Por Elsa Furtado (Texto e Fotos)

Música Portuguesa, Fado e Um Museu são algumas das novidades que a EDP traz este ano ao festival NOS Alive, que voltar a animar o Passeio Marítimo de Algés nos dias 7, 8 e 9 de julho.

Pela primeira vez, em dez anos de vida, o Alive apresenta uma rua cenográfica inspirada no casario lisboeta de traça pombalina, com 150 metros de comprimento, réplica de calçada portuguesa no chão e de alguns edifícios emblemáticos da Capital. O destaque vai para a Central Tejo e para o espaço de apresentação do MAAT – Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, (cujo edifício novo está previsto ser inaugurado a 5 de outubro), ambos propriedade da EDP.

Além de lojas de comércio, de merchandising oficial das bandas, de um “Banco” (a Caixa Geral de Depósitos marca presença com multibancos), do espaço da Sociedade Ponto Verde, da Casinha do Pão e dois dois espaços culturais acima referidos, o grande destaque desta rua vai para o EDP Fado Café, que vai ser o sétimo palco do festival, com uma programação mais soft e intimista, à base de Fados e slows.

Ao longo de três dias, por esta Casa de Fados vão passar nomes como Raquel Tavares, Marco Rodrigues, Dead Combo e as Cordas da Má Fama, no dia 7; na sexta atuam Hélder Moutinho com Marco Oliveira, Vanessa Alves e Ricardo Parreira; e no sábado dia 9 é a vez de Tiago Bettencourt e do elenco da Mesa de Frades: Ana Sofia Varela, Teresinha Ladeiro e Pedro de Castro. Os fados começam sempre pelas 17h30, e a terminar as noites uma Pista de slows, com o Deluxe Trio – Vânia Fernandes, António Bruheim e Pedro Nobre, entre as 00h00 e as 04h00.

Nos outros dois espaços culturais da rua, destaque para a Central Tejo, onde o visitantes podem tirar uma fotografia utilizando canetas luminosas para pintar a sua fotografia com a imagem que quiserem, sendo depois as fotografias impressas em papel, e ainda uma explicação e mostra em miniatura de “trash project”, realizado em parceria com o IADE e que teve como objetivo desafiar vários alunos a fazerem arte com um objeto cuja única utilidade é a de servir para deitar coisas fora. Os caixotes pintados, em tamanho real, vão estar distribuídos ao longo da rua.

No espaço dedicado ao MAAT, os mais curiosos podem ficar a conhecer o novo museu através de uma visita virtual através de óculos 3D.

A marca vai também estar presente noutras zonas do festival, com um stand dedicado às ativações e através da atuação das duas bandas vencedoras do concurso
EDP Live Bands Portugal e também da edição brasileira, no Palco Heineken. Os brasileiros Soulvenir atuam no dia 8 e no dia 9 é a vez dos Them Flying Monkeys.

Uma presença diversificada que Ana Sofia Vinhas da EDP explicou ao C&H como uma aposta na Cultura. “Queremos dar a conhecer e mostrar um bocadinho do que melhor se faz na área da Cultura em Portugal daí esta aposta e esta presença”. Também a “presença” do MAAT no festival é exemplo disso. “Esta é uma forma de dar a conhecer o novo museu, quer ao público nacional quer estrangeiro, e ao mesmo tempo facilitar o acesso físico e real à Cultura, numa altura em que tudo está à distância de um click ou pode ser conhecido e “visitado” através da internet, num mundo digital, ou seja, permitir a vivência da Cultura”.

Os bilhetes para os dias 8 e 9 de julho já se encontram esgotados, tal como os passes de 3 dias. Só já é possível adquirir bilhete para dia 7, à venda nos locais habituais e custam 56 euros.

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