Fábula Reedita Tesouros Da Literatura

A Fábula, chancela literária infantojuvenil do Grupo 20|20 Editora, reúne, na sua colecção Tesouros da Literatura, os clássicos juvenis intemporais, que são uma proposta ideal para os  leitores mais jovens.

Com seis títulos na colecção, as edições incluem prefácio «que contextualizam a obra e o autor, e apresentam sempre a versão integral do texto».

Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, é, nas palavras da escritora Carla Maia de Almeida, que assina a tradução e o prefácio da obra, «Alice é a primeira heroína moderna da literatura infantojuvenil, precursora de outras personagens que se libertaram dos limites fixados para as crianças responsáveis e obedientes.» 

Da Condessa de Ségur, Os Desastres de Sofia revelam a «divertida e enternecedora história de liberdade, ousadia e bondade de Sofia, uma menina com uma imaginação prodigiosa. Os desastres sucedem-se e, de todos, Sofia tira uma lição. Tal como ela aprende com os erros, também as crianças irão aprender e divertir-se com os sarilhos em que ela se mete»

Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, é uma obra-prima incontestável da literatura universal e, de acordo com Carla Maia de Almeida «o estilo de Daniel Dafoe é ágil e direto, o que torna as suas longas descrições fáceis de ler. É precisamente a abundância de pormenores que enriquece a narrativa, tornando-a muito visual e até cinematográfica.» 

Outro livro de aventuras é As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, que, como sublinha Maria do Rosário Pedreira no prefácio, a obra não podia ser mais atual: «numa altura em que o mundo, em vez de aprender com os erros do passado e se tornar mais aberto e generoso, está cheio de governantes que mandam erguer muros para evitar a entrada de pessoas que procuram uma vida melhor, ou se recusam a deixar desembarcar nos seus portos famílias que vêm a fugir de guerras terríveis, este romance de Swift é de uma atualidade desconcertante. E porquê? Porque nos fala essencialmente do Outro». 

De Oscar Wilde, temos O Fantasma de Canterville , considerado um dos melhores contos tragicómicos de sempre. Uma família americana decide instalar-se num castelo assombrado em Inglaterra, importunando o fantasma que lá vive, Sir Simon Canterville, que por ali vagueia há 300 anos. Desde as partidas maldosas dos temíveis gémeos Otis à indiferença da Sra. Otis, o velho fantasma não sabe o que fazer da vida. Só a doce Virgínia, a filha mais velha, vai entender a extensão de seu sofrimento e ajudá-lo a encontrar a almejada paz. 

Outra das propostas é As Aventuras de Scherlock Holmes, de Sir Arthur Conan Doyle, num «volume que reúne alguns dos melhores contos policiais de (1859-1930), passados em Inglaterra, no final do século XIX. O narrador é o leal Dr. Watson, participante e observador atento que regista com admiração as aventuras do seu amigo. Os emocionantes casos de Sherlock Holmes continuam a conquistar leitores e criadores de todas as formas de arte.»

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