Exposição O Palácio Marca 15 Anos De Artes Plásticas E Visuais Em Guimarães

O Palácio Vila Flor, espaço expositivo do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, acolhe uma exposição homónima, que “celebra, revive e expande aquilo que foi a matéria vital deste lugar de apresentação nos últimos 15 anos”.

A mostra coletiva O Palácio reúne obras de arte de Alexandre Estrela, Adelina Lopes, André Cepeda, André Príncipe, António Júlio Duarte, António Olaio, Arlindo Silva, Daniel Blaufuks, Gabriela Albergaria, Gabriel Abrantes, Fernando Calhau, Fernando Brito, Hugo Canoilas, João Queiroz, José Almeida Pereira, José Loureiro, Manuel Caeiro, Paulo Mendes, Patrícia Almeida, Pedro Cabral Santo, Pedro Portugal, Pedro Sousa Vieira, Pedro Tudela, Sonoscopia, O Bergado, Salão Olímpico com Carla Filipe, Isabel Ribeiro, Renato Ferrão e Eduardo Matos, rememorando, desta forma, o universo imenso e plural de artistas que deram vida aos 15 anos de atividade desenvolvida.

A maneira mais expedita de compreender O Pala?cio e? assumir que nunca houve um plano, nem uma carta de intenc?o?es; alguns dos momentos mais relevantes, embora a sua selec?a?o seja sempre discuti?vel, representam pontos sensi?veis de refere?ncia que orientam o observador para a sua descoberta pessoal e interior.”, escorre a visão de Ivo Martins, programador de artes visuais deste espaço. “Sem as reservas de um mapa de intenc?o?es institui?do, o lugar do “Pala?cio” agiu todo este tempo como se fosse um olhar atento ao eco das emerge?ncias coletivas e individuais daqueles que criam na nossa contemporaneidade.

O próprio denota que n’O Pala?cio “alerta-se para o facto de que pelo entretenimento e? possi?vel na?o destruir o potencial criativo e arti?stico da arte, desviando-a das suas tenso?es destrutivas e reativas; e? possi?vel criar pequenas zonas de liberdade e emancipac?a?o que enfrentam as oposic?o?es de defesa arrogantes do institui?do num sistema cujas dina?micas de afecto e desprezo, provocaram o endurecimento dos discursos, a perda de leveza e a falta de ironia.”

A exposição estará patente até ao dia 6 de março de 2021 e pode ser visitada terça a sexta, das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 19h00, e ao sábado, das 10h00 às 12h30, pelo custo de 2 euros.

Estão agendadas para dia 27 de fevereiro de 2021, às 16h00 uma visita orientada, com duração de 60 minutos e mediante inscrição prévia.

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