Daniela Mercury “Arrasou” Salão Preto E Prata Do Casino Estoril

Reportagem de Madalena Travisco (Texto) e Joice Fernandes (Fotos)

Aquele que prometia ser um concerto intimista, com a voz de Daniela Mercury e o violão de Alexandre Vargas, terminou como uma aula de dança – de pula e balança – no Salão Preto e Prata do Casino Estoril na noite de ontem (6 de julho) com apelos a “alegria, joga pró ar” e vivas à felicidade, ao amor e liberdade.

Porque a alegria é preciosa e a música, na opinião de Daniela, é arte que mais rapidamente nos devolve a alegria, houve “Dara”, “Alegria e Lamento” [A minha alegria é resposta prá dor”], “Ilê Pérola Negra”, “À Primeira Vista” (de Chico Cesar), “Desafinado” com “Menino Pelô e “Samba Presidente”.

Pela felicidade trouxe “O Mais Belo dos Belos”

Não me pegue não, não, não
Me deixe à vontade
(…) Deixe eu curtir o Ilê
O charme da Liberdade],

“Por Amor Ao Ilê” com “Dona Canô”, “Superhomem” antes de um momento mais português dividido entre a eterna “Canção do Mar” e a “Rosa Sangue” dos Amor Electro. “Txi amo Porrtugal, Txi amo”.

“Nobre vagabundo” antecedeu o “Bêbado Equilibrista” cantado à capela ao fundo do palco e aplaudido de pé. Seguiu-se o “Cálice”, “Deus lhe Pague” e um tema dos Legião Urbana “Há Tempos” percorrido entre a plateia e as galerias para regojizo de todos.

Com “Protesto/ Como Nossos Pais” sentada no palco e “Trio em Granse” [dance, dance], Daniela Mercury despediu-se com um beijo no coração. Tinha sido um concerto diferente, com a mesma voz marcante acompanhada de um violão, antes do energizado encore com todos de pé, para o Swing da cor, Rainha do axê, Maimbé, Banzeiro e o “Canto da Cidade”.

Uô ô verdadeiro amor
Uô ô você vai onde eu vou
Uô ô verdadeiro amor
Uô ô você vai onde eu vou

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