António Zambujo No Coliseu De Lisboa Direitinho A Escutar Do Avesso

Reportagem de Madalena Travisco (texto) e Joice Fernandes (fotografia)

Antonio Zambujo
António Zambujo

Depois do concerto no Coliseu do Porto, foi a vez de o Coliseu dos Recreios em Lisboa receber o concerto do Do Avesso de António Zambujo na primeira noite de março, o primeiro de duas datas na Capital, já que a primeira data anunciada – 2 de março – não foi suficiente para a procura.

“Boa noite! Sejam bem-vindos” marcou o início com o público reunido e direitinho para escutar os novos e os temas de sempre, sempre interpolados por agradecimento pelo próprio. E uma brincadeirinha à sala que se compunha antes do segundo tema: “Vamos dar um tempinho para deixar chegar os atrasados…”.

“Do Avesso”, “Se Já Não Me Queres”, “Catavento da Sé”, “Arrufo”, “Valsa de um Pavão Ciumento”, “Flingstones”, “Não Interessa Nada”, “Multimilionário”, “Canção de Brazaville”, “Zorro”, “Amor de Antigamente”, “Guia”, “Casa Fechada”, “Fatalidade”, “Moda Antiga”, “Amapola”, “Madera de Deriva”, “Queria Conhecer-te Um Dia”, “Flagrante”, “Algo Estranho Acontece”, “Sem Palavras” completariam o alinhamento, não fosse o público pedir mais. Teve a sorte de dois encores: o primeiro com “A Tua Frieza Gela”, “Até ao Fim” e “O Pica do Sete”, tema acompanhado por cabeças bamboleantes e vozes esforçadas da plateia.

O segundo encore trouxe o António Zambujo a solo revivendo a versão fadista com “Foi Deus” de Amália Rodrigues e a versão bossa nova com “A Valsinha” de Chico Buarque.

“Viva a Língua Portuguesa!” a fechar, com toda a banda: Bernardo Couto na guitarra portuguesa, Diogo Alexis no contrabaixo, Filipe Melo no piano, José Miguel Conde no clarinete, João Moreira no trompete e Nuno Rafael nas guitarras, percussão e direção musical.

“Obrigado por terem vindo, espero que tenham gostado do concerto, do disco novo… e passem a palavra. Obrigado e até à próxima!”

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