Amour Fou, Phoenix e Heaven Knows What foram as revelações da 8ª edição do LEFFEST

[satellite auto=on caption=off thumbs=on]Reportagem de Sara Peralta 

Wes AndersonApós 10 dias repletos de obras cinematográficas, chegou ao fim mais uma edição do Lisbon & Estoril Film Festival. Mommy, em Lisboa, e Doidos à Solta, de Novo, no Estoril, foram os filmes de encerramento do Festival, havendo ainda a exibição dos filmes premiados no Cinema Monumental e Espaço Nimas.

Dividido por diversos espaços da cidade, o festival chamou amantes do cinema às suas salas e viu passar nomes como John Malkovich, Wes Anderson, Willem Dafoe, Philippe Garrel, entre muitos outros, numa grande celebração do Cinema Europeu.

O júri da Selecção Oficial – Em competição, constituído pela fotógrafa Nan Goldin, o escritor Dimítris Dimitriádis, a escritora e jornalista Dorota Maslowska, o artista Francisco Tropa e o artista e realizador Philippe Parreno, atribuiu os seguintes prémios:

  • O Prémio Melhor Filme Jaeger-LeCoultre foi para Amour Fou, uma comédia romântica inspirada no suicídio do poeta Heinrich von Kleist em 1811, da realizadora austríaca Jessica Hausner.
  • O Prémio Especial do Júri João Bénard da Costa foi atribuído a Phoenix, do alemão Christian Petzold, centrado numa sobrevivente de um campo de concentração que ficou seriamente desfigurada e após a cirurgia de reconstrução inicia a procura do marido.
  • O Prémio Revelação TAP foi arrecadado por Heaven Knows What, dos norte-americanos Ben e Joshua Safdie, baseado na história de vida de Arielle Holmes, contada em livro, uma jovem que há um ano atrás vivia nas ruas de Nova Iorque e agora protagoniza o filme sobre esses tempos.
  • O Prémio Melhor Actriz Nespresso distingiu a actriz sueca, criada em Espanha, Ingrid García Jonsson, pelo papel desempenhado em Hermosa Juventud.

O Prémio Cineuropa, atribuído por uma representante deste portal que promove o cinema Europeu, foi entregue a Angels of Revolution, de Aleksej Fedorchenko.

Para os filmes do encontro de escolas de cinema europeias, o Prémio MEO – Melhor Curta-metragem, atribuído pelo júri composto por Peter Handke, Dulce Maria Cardoso e Brigit Hutter, foi entregue em ex-aequo a: Paul et Virginie, de Paul Cartron (Institut des Arts de Diffusion) e Para Pero Sigue, de Lud Monaco (ECIB – Escuela de Cine de Barcelona).

O mesmo júri atribuiu ainda menções honrosas a: Do Outro Lado, de Artur Maurício (ETIC), Saba, de Sara Santos (Escola Superior de Tecnologia de Abrantes) e Poço das Almas, de Filipa Pinto (Escola Superior de Teatro e Cinema).

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.