Arquivos diários: 23 de Abril de 2010

Indie Lisboa’10 já invadiu cinemas da capital

O dia de ontem ficou marcado pela abertura do Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa (o Indie), que nos trás as últimas propostas deste género de cinema. A competição decorre em quatro salas da cidade de Lisboa (Culturgest, Cinema São Jorge, Cinema City Alvalade e Cinema Londres), com cerca de 270 filmes em exibição até 2 de Maio.

Wanda Stuart volta a reencarnar Piaf, no Casino de Lisboa

O Casino Lisboa vai receber no Auditório dos Oceanos, nos dias 14 e 15 de Maio, às 22h00, o espectáculo Wanda Stuart canta Piaf.

“O que faz falta”: Um Hino à Liberdade no Teatro Villaret

Com encenação do argentino Claudio Hochman, está em cena no Teatro Villaret até dia 13 de Maio, o musical O que faz falta, um espectáculo que, além de marcar o início de uma nova programação, também é um gesto de homenagem a Raul Solnado, fundador desta emblemática sala.

Grupo Coral Alma Nova abre Maio Barroco em Óbidos

Tem início a 1 de Maio mais uma edição da temporada de música clássica "Maio Barroco", na Vila de Óbidos. A edição deste ano será novamente dedicada ao compositor obidense José Joaquim dos Santos (1747 – 1801), num total de seis concertos cujo repertório é composto por obras deste compositor.

Caricatura de Putin venceu World Press Cartoon 2010

O World Press Cartoon celebra desde 2004 as melhores ofertas do humor gráfico na imprensa internacional. Na sua sexta edição, este salão de referência premiou o caricaturista argentino Gabriel Ippóliti com o 1º Prémio de Caricatura, numa cerimónia realizada no Centro Olga Cadaval, em Sintra.

No Dia Mundial do Livro eu escolho: “O Historiador” de Elizabeth Kostova

Nada me é mais difícil do que escolher um livro para ser o meu favorito, assim como é-me difícil escolher um filme ou o meu prato favorito. Tudo obedece ao momento. Naquele momento, aquele livro (filme, prato, etc) tocou-me e passa a ser naquele momento o meu preferido, mas depois poderei ler outro livro que me deixa igualmente fascinada.

No Dia Mundial do Livro, eu escolho: “A Sombra do Vento” de Carlos Ruiz...

No Dia Mundial do Livro, a minha sugestão vai para A Sombra do Vento (Editora Dom Quixote), de Carlos Ruiz Zafón, um fenómeno da literatura espanhola, um livro inesquecível – principalmente para quem faz da leitura uma vício, que é o meu caso – sobre os segredos do coração e o feitiço dos livros, num crescendo de suspense que se mantém até à última página.

No Dia Mundial do Livro, eu escolho: “Somos o Esquecimento que Seremos” de Héctor...

Não me recordo quanto tempo demorei a lê-lo. Não me recordo quem foi que mo sugeriu ou como o descobri. Não me recordo das vezes que já referi que é um dos meus livros de sempre (e com toda a certeza) para sempre. A história de Somos o Esquecimento que Seremos, de Héctor Abad Faciolince, jamais a esquecerei. Li-a faz meses mas é como se a tivesse terminado há minutos. Não só sei o preciso lugar que ocupa na prateleira dos escritores sul-americanos, como sei exactamente o lugar que ocupa no meu coração.

No Dia Mundial do Livro, eu escolho: “O meu país inventado” de Isabel Allende

O Meu País Inventado, de Isabel Allende, é um daqueles livros que nos marcam, pela história, pelo tipo de escrita e acima de tudo pela maneira como Allende nos faz sentir que estamos dentro da história, a seu lado, a viver todos as emoções na primeira pessoa.

No Dia Mundial do Livro, eu escolho: “As Aventuras de Huckleberry Finn” de Mark...

Quando decide fugir dos maus tratos do pai e ir à aventura pelo largo Mississípi a bordo de uma jangada, acompanhado pelo escravo fugido, Jim, Huckleberry Finn nunca imaginou as aventuras que o esperavam, nem tão pouco o peso que iria chegar sentir pela responsabilidade das suas acções.