10ª Edição Do Festival Ao Largo 2018 Arranca A 6 De Julho

O Largo de São Carlos acolhe entre 6 e 28 de julho, pelas 21h30, mais uma edição do Festival ao Largo, com 15 noites de espetáculos, com entrada livre. A 10ª edição do festival celebra ainda os 25 anos da Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) e os 75 anos do Coro do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC).

A abertura do Festival está a cargo de Carmina Burana, com exibições a 6 e 7 de julho, numa interpretação que conta com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, o Coro Juvenil de Lisboa, o maestro Domenico Longo e os solistas Carla Caramujo, Carlos Cardoso e Christian Luján, e mais de uma centena de músicos .

A 10 de julho, Anabela Malarranha interpreta o Concerto para Flauta de Khachaturian, acompanhada pela OSP e pelo maestro Andrea Sanguineti. Segue-se a Quinta Sinfonia de Tchaikovski, uma das obras mais populares do repertório sinfónico.

No dia 11, o Coro Juvenil de Lisboa interpreta Do Rio à Broadway, com direção artística de Nuno Margarido Lopes, num programa dedicado às músicas que fizeram história no cinema ou nos inúmeros palcos nova-iorquinos da Broadway e que ainda hoje permanecem grandes clássicos. Concerto para Oboé em Dó maior de Wolfgang Amadeus Mozart (1756–1791)  e A Sinfonia n.º 9 em Mi menor de Antonín Dvo?ák (1841-1904) compõem o programa do dia 12 de julho, com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direção musical de Pedro Amaral.

No fim de semana de 13 e 14 de julho, o maestro Johannes Stert dirige a OSP em dois concertos dedicados a Wagner (Abertura de Die Meistersinger von Nürnberg), Bach (Concerto para Dois Violinos, com a violinista da OSP Klára Erdei e o ex-concertino Xuan Du) e Strauss (Der Rosenkavalier Suite).

Óperas e Valsas com a Soprano Ana Cosme, o Tenor João Rodrigues e o Barítono João Merino, sob direção musical de Ceciliu Isfan e com a Orquestra do Conservatório Regional de Artes do Montijo é o concerto agendado para o dia 17 de julho. O dia 18 é dedicado ao Ensemble Solistas de Lisboa e, no dia seguinte, é jazz que vai ouvir pelo L.U.M.E. (Lisbon Underground Music Ensemble), projeto do compositor Mário Barroso que cruza o vocabulário da música erudita com o modelo clássico da Big Band, com 15 instrumentistas.

No fim de semana de 20 e 21 de julho, o Coro do TNSC e a OSP protagonizam as Noites Russas, uma coleção de grandes momentos de óperas de Prokofiev, Mussorgski e Glinka, entre outros, o programa conta com direção musical de Emil Tabakov e inclui ainda o Concerto para Violino e Orquestra de Glazunov com o solista Pedro Meireles, concertino da OSP.

O Festival termina como habitualmente com três espetáculos da Companhia Nacional de Bailado, nos dias 26, 27 e 28 de julho, às 22h00. A CNB vai apresentar Serenade, de George Balanchine; Herman Schmerman, de William Forsythe; e Raymonda, de Marius Petipa (terceiro ato).

O Festival é uma iniciativa do Teatro Nacional de São Carlos / OPART.

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.