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	<title>Canela &#38; Hortelã &#187; MITO</title>
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	<description>Uma viagem pelos sentidos!!!</description>
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		<title>MITO: &#8220;Viver É Raso&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 02:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canela &#38; Hortelã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudia Semedo]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Teatro Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[MITO]]></category>
		<category><![CDATA[Viver É Raso]]></category>

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		<description><![CDATA[Viver é Raso foi o nome da peça que a Companhia de Actores, de Portugal, apresentou nos dias 11 e 12 de Setembro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho em Carnaxide, no âmbito do MITO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Sara Santos</em></strong></p>
<p><strong><em>Viver é Raso</em></strong> foi o nome da peça que a Companhia de Actores, de Portugal, apresentou nos dias 11 e 12 de Setembro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho em Carnaxide, no âmbito do <a href="http://www.mito-oeiras.com/" target="_blank">MITO</a>.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-3919" title="IMG_7806" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/img_7806.jpg" alt="IMG_7806" width="199" height="300" />A peça tem por base um texto de Amauri Tangará, que também encena. As interpretações estiveram a cabo de Anaísa Raquel, Cláudia Semedo, Diogo Mesquita, João Ascenso, Sandra Roque, Tiago Fernandes e Valéria Carvalho.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:left;">O lugar é aqui, o dia é hoje, a hora é agora&#8230;.Todo tempo que tenho para viver é o presente&#8230;Invento percursos, histórias, enrêdos, mas meu trajeto é um círculo&#8230; Crio personagens, invento destinos, fabrico máscaras, mas eu sigo sendo eu, se calhar, contra minha própria vontade!&#8230; Em minha vida se vão acumulando objetos, caras, idiomas, máscaras, nomes, côres, buracos, dogmas, silêncios, discursos, medos e uma infinidade de outras inutilidades das quais, confesso resignado, dependo visceralmente!&#8230; Chego mesmo a crer que não conseguiria viver um segundo sequer sem elas!&#8230;. Fui, durante todo o trajeto da minha vida, catequizado, domesticado, viciado no uso e desuso das mais perfeitas, imprescindíveis e contundentes inutilidades&#8230;. Uma única certeza me conforta: Não estou só!&#8230;</p>
</blockquote>
<p>Veja a seguir mais fotos da peça.</p>
<p><span id="more-3901"></span></p>

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		<title>MITO: &#8220;Psycho&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 02:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canela &#38; Hortelã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Teatro de Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[MITO]]></category>
		<category><![CDATA[PSYCHO]]></category>

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		<description><![CDATA[A Companhia de Teatro Solaris, natural de Cabo Verde, apresentou no MITO, a peça Psycho, no palco do  Auditório Municipal Lourdes Norberto, em Linda-A-Velha, nos dias 9 e 10 de Setembro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Sara Santos</em></strong></p>
<p>A Companhia de Teatro Solaris, natural de Cabo Verde, apresentou no <a href="http://www.mito-oeiras.com/" target="_blank">MITO</a><strong><em>, </em></strong>a peça<strong><em> Psycho</em></strong>, no palco do  Auditório Municipal Lourdes Norberto, em Linda-A-Velha, nos dias 9 e 10 de Setembro.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-3890" title="IMG_7605" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/img_7605.jpg" alt="IMG_7605" width="199" height="300" />O texto da peça é da autoria de Valódia Monteiro,  a encenação e direcção artística é de Herlandson Lima Duarte e as interpretações ficaram a cargo de Lucilene Mota e Milanka Vera-Cruz.</p>
<blockquote><p><strong><em>PSYCHO</em></strong> é um espectáculo que vive de expressão corporal e de aquilo que o corpo juntamente com a voz pode transmitir. Tenta lançar novas propostas e abre caminhos para um outro teatro ainda pouco conhecido em Cabo Verde, em que a encenação é bastante presente mas dando ao actor todo o espaço necessário para a exploração do seu corpo na sua total plenitude.</p>
<p>Os movimentos são naturais, a postura do corpo no espaço é inspirado nas posturas de um corpo tipicamente cabo-verdiano, só que exageradas e tipificadas para a peça. Toda a expressão e movimento pode ser pequeno, exacto, largo, grotesco, estúpido, requintado, bruto ou agressivo. Contudo a medida de um cenário simples em que uma escada é a indecisão / dúvida, um pedaço de corda a esperança, uma porta uma saia, o público interpreta-a como quiser, pois tudo é uma mera sugestão.</p>
<p>Três Fobias, Duas Actrizes, Um Espectáculo – dois seres atormentados por três fobias (à sujidade, à multidão e ao sexo) encontram-se num micro mundo (num quintal), o que se faz quando não se quer enfrentar a sociedade e ter de precisar dela? PSYCHO é isto…</p>
<p>Dois seres – Meio Homem / Meio Mulher / Meio Sem Sexos – histéricos debatem-se com e contra os seus medos.</p></blockquote>
<p>Veja a seguir mais fotos da peça.</p>
<p><span id="more-3889"></span></p>

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		<title>MITO: &quot;BrinCADEIRAS&quot;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 14:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canela &#38; Hortelã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[BrinCADEIRAS]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Teatro Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[MITO]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Sara Santos
A companhia teatral Ana Pontes em co-produção  com a Companhia de Actores apresentou no passado dia 8 de Setembro, a peça BrinCADEIRAS, no Auditório Municipal Eunice Munõz, integrada no  MITO.
O texto é da autoria ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Sara Santos</em></strong></p>
<p>A companhia teatral Ana Pontes em co-produção  com a Companhia de Actores apresentou no passado dia 8 de Setembro, a peça BrinCADEIRAS, no Auditório Municipal <img class="alignright size-medium wp-image-3735" title="IMG_7531" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/img_7531.jpg" alt="IMG_7531" width="199" height="300" />Eunice Munõz, integrada no  <a href="http://www.mito-oeiras.com/" target="_blank">MITO</a>.</p>
<p>O texto é da autoria de Rui Costa, e foi especialmente criado para o MITO, sendo uma estreia a nível mundial. A encenação é da brasileira Valéria Carvalho e a interpretação de Ana Pontes.</p>
<blockquote><p>Uma menina que todas as noites antes de adormecer, olhava a sua cadeira de madeira…<br />
Esforcei-me para encontrar algo. Fechei os olhos com muita muita força e dancei como falo, construí nuvens, ansiei, desesperei e vivi.<br />
Porque o amor transbordava no corpo de uma mulher, ficando o espaço e o tempo suspensos.</p></blockquote>
<p>Veja a seguir algumas fotos do espectáculo.</p>
<p><span id="more-3729"></span></p>

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		<title>MITO: &quot;Cobrindo a Megera de Olho na Fera&quot;</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 14:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canela &#38; Hortelã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrindo a Megera de Olho na Fera]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Teatro Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[MITO]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grupo de Teatro Cia. Paulista de Artes, oriundo do Brasil, apresentou no passado dia 5 de Setembro, no Centro Cívico de Carnaxide, a peça de teatro Cobrindo a Megera de Olho na Fera, integradas no contexto do MITO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Sara Santos</em></strong></p>
<p>O Grupo de Teatro Cia. Paulista de Artes, oriundo do Brasil, apresentou no passado dia 5 de Setembro, no Centro Cívico de Carnaxide, a peça de teatro <strong><em>Cobrindo a Megera de </em></strong><strong><em>Olho na Fera</em></strong><em><strong>, </strong></em>integrada no  <a href="http://www.mito-oeiras.com/" target="_blank">MITO</a>.  <img class="alignright size-medium wp-image-3712" title="IMG_7261" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/img_7261.jpg" alt="IMG_7261" width="300" height="199" /></p>
<p>O peça foi escrita a partir de um texto de Rosangela Peroni Brigoni, tem direcção de Marcelo Peroni e conta com a interpretação de Aline Volpi, Ana Paula Castro, Edivaldo Zanotti, Marcelo Peroni, Marici Nicioli, Rosangela Torrezin e Vivi Masolli, numa paródia aos costumes e hábitos de uma família muito especial.</p>
<blockquote><p>Assuntos polémicos como SIDA, DST&#8217;s e esclarecimentos sobre o uso dos preservativos são abordados nesta peça de forma descontraída, pela debochada família Bundião. Uma família que mexe com os corações, pela simplicidade, carisma e bom-humor.<br />
Família de poucos recursos e parca cultura, composta por: Tia Mafalda, uma solteirona conservadora e preconceituosa que mora por favor com as sobrinhas; Meire, casada com Joca; Socorro, casada com Toinho e Bete, a irmã mais nova e solteira. Vivem todos felizes sob o mesmo tecto, quando são surpreendidos por uma terrível experiência, quando um dos casais descobre estar com SIDA e o outro com DST. Bete, a mais estudada da casa, encara com amor e boa vontade, a missão de encorajá-los, esclarecê-los e ajudá-los a enfrentar e a tratar as doenças. Vai do extremo de dar-lhes aulas de como pôr o preservativo, ao de inscrevê-las num concurso de “Miss Prevenção”. Toda a trama se desenvolve com muito humor por parte de todos, com excepção da Tia Mafalda, que os vê como depravados e imorais e, movida pela sua ignorância, teme ainda ser contagiada por eles. Uma forma hilariante de aprender através de experiências reais.</p></blockquote>
<p>Veja a seguir algumas fotos do espectáculo.</p>
<p style="text-align:left;"><span id="more-3696"></span></p>

]]></content:encoded>
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		<title>MITO: &quot;No Inferno&quot; em Oeiras</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 04:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canela &#38; Hortelã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Teatro Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Teatro do Centro Cultural de Cabo Verde]]></category>
		<category><![CDATA[MITO]]></category>
		<category><![CDATA[No Inferno]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grupo de Teatro do Centro Cultural de Cabo Verde trouxe ao MITO a peça de teatrono_inferno_6891 No Inferno, sua 43ª produção, baseada no romance homónimo de Arménio Vieira, com encenação de João Branco, e interpretações de Arlindo Rocha, Elísio Leite, Fonseca Soares, Manuel Estevão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Sara Santos</em></strong></p>
<p>O Grupo de Teatro do Centro Cultural de Cabo Verde trouxe ao <a href="http://www.mito-oeiras.com/" target="_blank">MITO</a> a peça de teatro <em><strong>No </strong></em><em><strong>Inferno, </strong></em>sua 43ª produção, baseada no romance homónimo de Arménio Vieira, <img class="alignright size-medium wp-image-3590" title="no_inferno_6891" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/no_inferno_6891.jpg" alt="no_inferno_6891" width="300" height="199" />com encenação de João Branco, e interpretações de Arlindo Rocha,  Elísio Leite,  Fonseca Soares,  Manuel Estevão.</p>
<p>O espectáculo foi apresentado no novo espaço do Teatro Independente de Oeiras, em Santo Amaro de Oeiras, nos dias 3 e 4 de Setembro, à noite, inserido no ciclo dedicado ao &#8220;Mito Clássico&#8221;.</p>
<blockquote><p>O Inferno, fala da angústia da criação. As consequências da dor, de a vermos como o inimigo que chega em tudo o que se repete. &#8221; E com a angústia e a dor chegam os fantasmas, as vozes, as imagens e sobretudo, o peso do passado, as referências de tudo aquilo que já vimos e lemos, a memória como inimigo do novo, a balança empanturrada com todas as criações anteriores da Humanidade. Sem procurar respostas, esta peça vive do que se ouve e vê – como qualquer peça de teatro, em suma. Mas quase tudo o que se ouve e muito do que se vê, tem uma forte carga simbólica, no cenário, no registo interpretativo dos actores, na música e, claro, no texto. As asas, os cacifos, o leito, as sombras, os ossos, os livros gigantes que imanam luz, as diferentes formas que assumem os fantasmas que povoam o dia-a-dia do poeta, são tudo símbolos de um estado de espírito impossível de descrever de forma racional e objectiva, porque neste Inferno da criação, o caos é um ponto de partida e será, provavelmente, o ponto de chegada. Somos todos joguetes do destino. Não há como arrumar o caos, ordená-lo sem acabar com a sua própria natureza. Então o melhor é, como diz o poeta no final, “a gente retirar-se para um lugar onde haja flores – sobretudo rosas – beber vinho e morrer.”</p></blockquote>

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		<title>MITO: &quot;As Noivas de Nelson&quot;</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 03:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canela &#38; Hortelã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[As Noivas de Nelson]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Paulista de Artes]]></category>
		<category><![CDATA[MITO]]></category>
		<category><![CDATA[Oeiras]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 3 de Setembro, em destaque no Mito esteve a peça “As Noivas de Nelson”, pela Cia. Paulista de Artes, vinda directamente do Brasil, para o festival de Oeiras, onde apresenta duas peças. O texto é da autoria de Nelson Rodrigues,com adaptação de Marco António Braz, director convidado pela Companhia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Sara Santos</em></strong></p>
<p>No dia 3 de Setembro, em destaque no <a href="http://www.mito-oeiras.com/" target="_blank">MITO</a>, no Auditório Municipal Eunice Munõz (em Oeiras), esteve a peça “As Noivas de Nelson”, pela <a href="http://www.ciapaulistadeartes.com.br/" target="_blank">Cia. Paulista de Artes</a>, vinda directamente do Brasil, para o festival de Oeiras, onde apresenta duas peças. O texto é da autoria de Nelson Rodrigues,com adaptação de Marco António Braz, director convidado.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.ciapaulistadeartes.com.br/" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-3513" title="noivas_de_nelson_6429" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/noivas_de_nelson_6429.jpg" alt="noivas_de_nelson_6429" width="233" height="350" /></a><strong><em>As Noivas de Nelson</em></strong> é uma fantasia patético-surrealista baseada em cinco contos de “A vida como ela é”, em que todas as histórias envolvem de alguma maneira o noivado, o casamento ou a viuvez. &#8220;A Vida Como Ela É&#8230;&#8221; era o título da coluna escrita por Nelson Rodrigues, publicada seis vezes por semana, entre 1951 e 1961, no jornal carioca <strong>Última Hora</strong>. Os temas das crónicas/contos giravam em torno das eternas obsessões do autor: os amores proibidos, adultérios e toda a sorte de perversões familiares. O cenário do Rio de Janeiro dos anos 50 é o de pano de fundo dos relatos. A peça estreou em Março de 2008 no tradicional Festival de Teatro de Curitiba, onde obteve excelentes críticas e ficou entre os 10 melhores espectáculos do evento. Desde então tem feito uma carreira de grande sucesso com três temporadas na cidade de São Paulo, uma na cidade do Rio de Janeiro, arrebatando mais de 20 prémios em festivais de teatro brasileiros.</p></blockquote>

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		<title>MITO arranca hoje em Oeiras e apresenta 58 espectáculos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 18:07:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Canela &#38; Hortelã</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[MITO]]></category>
		<category><![CDATA[Oeiras 250 anos]]></category>

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		<description><![CDATA[O MITO - Mostra Internacional de Teatro de Oeiras arranca hoje, em Oeiras, numa iniciativa inserida nas comemorações dos 250 anos do Município de Oeiras, e que vai apresentar cerca de 58 espectáculos nesta primeira edição, que decorre até 13 de Setembro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-3449 alignright" title="mito" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/mito.jpg" alt="mito" width="240" height="147" /></p>
<p>O <strong>MITO</strong> &#8211; Mostra Internacional de  Teatro de Oeiras arranca hoje, no Auditório Municipal Eunice Munoz em Oeiras, numa iniciativa inserida nas comemorações dos 250 anos do Município  de Oeiras, e que vai apresentar cerca de 58 espectáculos nesta primeira edição, que decorre até 13 de Setembro.</p>
<p>Dedicada à Língua Portuguesa, esta primeira edição vai dividir-se  em diversas actuações de teatro, dança, circo, contos, oficinas de teatro e música. Ao todo o Mito vai acolher 58 espectáculos teatrais – dos quais quatro são estreias absolutas –, apresentados por 24 companhias oriundas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal.<img class="alignright size-medium wp-image-3397" title="mito_6241" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/mito_6241.jpg" alt="mito_6241" width="300" height="199" /></p>
<p>O festival oferece uma programação muito diversificada, que inclui ainda outras vertentes também elas inspiradas no MITO:  Mito Clássico,  Mito Urbano, o Mitinho (teatro para os mais pequenos) e Mito Paralelo, cujos espectáculos decorrem em várias salas e espaços públicos do Concelho.</p>
<p>Na área Mito Clássico são  apresentados espectáculos no clássico “palco à italiana”. O Mito  Urbano incide sobre apresentações arrojadas em espaços públicos,  em palcos não convencionais. O Mitinho apresenta um conjunto de obras,  com uma forte vertente lúdico-pedagógica, para os mais novos e o Mito  Paralelo consiste em workshops, conferências, mesas redondas e outros.</p>
<p><img class="alignright" title="mito_6202" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/mito_6202.jpg" alt="mito_6202" width="159" height="240" /></p>
<p>Quem também vai marcar presença no MITO é a actriz Beatriz Batarda, com o monólogo <strong><em>De Homem para Homem</em></strong>, em digressão nacional há um ano, e que termina com a paticipação no festival, no dia 6 de Setembro,  às 21h30, no Auditório Municipal Eunice Muñoz.</p>
<blockquote>
<div><strong><em>De Homem para Homem</em></strong>, (título  original – Jacke Wie Hose) é um conto poético e político de Manfred  Karge, que conta a história de Ella, uma mulher que perde a identidade  para sobreviver. Ella, não conseguindo arranjar emprego, casa com um  homem mais velho e doente para ter casa e o que comer. Apercebendo-se  da gravidade da doença do marido, empenha-se em juntar todas as informações  necessárias para poder passar-se por ele, substituindo-o no seu emprego.  No entanto, quando o marido morre, é ela que também é “enterrada”.</div>
</blockquote>
<p>Esta peça, à semelhança  de todas as outras exibidas durante o Mito, tem entrada livre,  sendo os bilhetes distribuidos no local do espectáculo, consoante a  sua lotação.<img class="alignright size-medium wp-image-3385" title="mito_6043" src="http://canelaehortela.com/wp-content/uploads/2009/09/mito_6043.jpg" alt="mito_6043" width="300" height="199" /></p>
<p>O <strong>MITO</strong> resulta de uma proposta do director artístico da Companhia de Actores, António Terra, e foi pensado para integrar as comemorações dos 250 anos da subida a Concelho de Oeiras.</p>
<p>A apresentação ocorreu ontem em Oeiras, na presença de inúmeros convidados, entre eles João Gil &#8211; director artístico do festival “Amor é Fogo”, dedicado à Lusofonia, que decorreu no Parque dos Poetas de 17 a 19 de Julho, a actriz Eunice Munoz, entre outros.</p>
<address><em>Texto de Cristina Alves</em></address>
<address><em>Fotos de Sara Santos</em></address>

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