MSC Divina faz viagem inaugural a Lisboa

O Porto de Lisboa é o primeiro a ser escalado pelo MSC Divina, a mais recente embarcação da MSC Cruzeiros, da emblemática classe Fantasia, já no próximo dia 21 de maio.

Depois da escala em Lisboa, o MSC Divina zarpa para Cádis, Gibraltar, Valencia e Marselha, onde será batizado, no próximo dia 26 de maio, com uma festa temática e tendo como madrinha a atriz Sophia Loren, como é tradição da MSC Cruises.

Este é o terceiro navio da classe a escolher o porto da capital portuguesa para a sua viagem inaugural, a par dos MSC Fantasia e MSC Splendida. A autoridade portuária receberá o navio com rebocadores da empresa Svitzer, que o irão escoltar desde a entrada no Estuário no Tejo até ao Terminal de Cruzeiros de Santa Apolónia onde ficará acostado. O comandante irá receber uma placa comemorativa do evento.

Com 333 metrosde comprimento, 38 metrosde largura, 1 751 camarotes (mais cem do que os seus irmãos gémeos) e capacidade para 4 363 passageiros. Com 27 mil m2 de espaço públicos com restaurantes, bares, um casino, quatro piscinas, incluindo a nova “Garden Pool” localizada na popa do navio, uma pista de bowling, um ginásio e o MSC Aurea Spa. Os 18 decks do navio, 14 dos quais para passageiros, têm o nome de Deuses da Grécia Antiga, em honra à sua madrinha, deusa do cinema italiano, entre eles Urano, Afrodite, Aurora, Giunone, Artemide, Zeus, Mercurio, Cupido, Iride, Minerva, Apollo, Saturno e Elios. O MSC Divina conta, também, com o conceito MSC Yatch Club, uma área restrita com serviços exclusivos de mordomo.

A construção do MSC Divina foi um investimento de 575 milhões de euros, envolveu mais de 1 400 profissionais  entre  serralheiros, eletricistas, caldeireiros, mecânicos, carpinteiros, decoradores, marmoristas, técnicos de luzes, técnicos de isolamento e ar-condicionado, “designers” de cozinha e supervisores, em representação de mais de 100 empresas. Foram despendidas mais de 2,2 milhões de horas de trabalho e 1 milhão de horas extra de trabalho para os últimos retoques.

Texto de Clara Inácio

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