Mais uma edição fantástica da Leya com “O Medo do Homem Sábio” de Patrick Rothfuss

Numa contínua aposta no fantástico, chega-nos agora O Medo do Homem Sábio, de Patrick Rothfuss, sequela das Crónicas do Regicida, da coleção 1001 Mundos, das Edições Leya.

Kvothe aprende o quão difícil a vida pode ser quando se torna uma lenda viva… O conflito crescente com um membro da nobreza força Kvothe a deixar a Universidade e a procurar a fortuna longe. Viaja par Vintas, onde se vê enredado nas intrigas políticas da corte. Kvothe descobre uma tentativa de assassínio, entra em confronto com um Arcanista rival e lidera um grupo de mercenários, nas terras selvagens, para tentar descobrir quem ou o quê está a eliminar os viajantes na estrada do Rei.Ao mesmo tempo, Kvothe procura respostas, na tentativa de descobrir a verdade sobre os misteriosos Amyr, os Chandrian e a morte da sua família. Ao longo do caminho Kvothe é levado a julgamento pelos lendários mercenários Adem, é forçado a defender a honra dos Edema Ruh e viaja até ao reino de Fae. Lá encontra Felurian, a mulher fae a que nenhum homem consegue resistir, e a quem nenhum homem sobreviveu… até aparecer Kvothe.

O primeiro livro da trilogia Crónica do Regicida – O Nome do Vento foi considerado pela crítica internacional como  “é simplesmente o melhor livro de fantasia dos últimos dez anos”, numa edição em Portugal da Gailivro, reeditado agora com a chancela Asa, simultaneamente ao lançamento do O Medo do Homem Sábio, parte I, com a segunda parte a ser publicada agora em novembro.

Sobre o autor: Patrick Rothfuss enquanto estudante apercebeu-se de que tinha jeito para escrever, escreveu poesia para uma série literária local, uma coluna satírica para o jornal regional, e scripts para um show de comédia radiofónica. Dois meses antes da graduação termina a história  de Kvothe, o livro foi sucessivamente rejeitado. Em 2002 apresentou uma peça da novela, como uma short story, tendo ganho o concurso de Escritores do Futuro. Posteriormente frequentou um workshop de escritores de ficção em Los Angeles, onde conheceu Kevin Anderson, que o apresentou ao seu agente, Matt Bialer, que o pôs  em contacto com  Betsy Wollheim, presidente da Daw Books, sua editora. Comparam-no a escritores como J.K.Rowling e a Marion Zimmer Bradley.

Texto de Clara Inácio 

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