Ivete Sangalo levou Pavilhão Atlântico ao rubro

Reportagem de Elsa Furtado e Clara Inácio

Pouco passava da hora marcada, e um Pavilhão Atlântico aos gritos gritava até não poder mais: “Ivete, Iveteeee” – a chamar pela baiana e ex-vocalista da Banda Eva. Ivete Sangalo era a rainha da noite, e durante duas horas e meia, ela provou que é muito mais, ela é uma rainha no coração dos milhares de conterrâneos que aguardavam para a ver e ouvir em Lisboa.

Brasileiros, portugueses, a nacionalidade não interessava, uma vez que a música de Ivete é universal, como bem provou o concerto agora apresentado em Portugal e que já antes tinha sido apresentado em Nova Iorque, no Madison Square Garden.

Foram milhares de fãs, ao rubro, alguns com tshirts a dizer: “Hoje é dia D, Ivete”, que durante todo o espectáculo tentaram acompanhar o fôlego inigualável da cantora, ela que pulou, cantou e dançou até mais não poder, na companhia do seu fabuloso grupo de bailarinos e da sua banda.

“Acelera Aê”, “Cadê Dalila?”, “Agora Eu Já Sei”, “Me Abraça”, “Arerê”, “Poeira”, “Pererê”, “Abalou”, “Ahora Ya Sé”, e “Beleza Rara”, foram alguns dos temas que fizeram as alegrias das milhares de pessoas presentes, e que ao mesmo tempo ajudaram os fãs brasileiros a matar um pouco a saudade do seu país e da sua cultura.

Ivete Sangalo foi mudando de visual várias vezes ao longo do espetáculo, brincou com a multidão, e interagiu ainda com algumas pessoas do público, e demostrou uma boa disposição constante, elementos que fazem dela uma das artistas brasileiras preferidas em todo o mundo.

A digressão em Portugal continua amanhã no Porto, no Parque da Cidade, com bilhetes a 27 euros e dia 21 em Coimbra, na Praça da Canção, com bilhetes a 25 euros.

 

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