Galeria de Arte do Casino Estoril apresenta o XXXII Salão Internacional de Pintura Naïf

 A partir de amanhã, 21 de julho e até dia 5 de setembro das 15h00 às 24h00, a Galeria de Arte do Casino Estoril, vai receber o XXXII Salão Internacional de Pintura Naïf, que conta com a participação de 35 autores, que apresentam cerca de sete dezenas de trabalhos, e onde os visitantes podem ter o contacto com uma arte que remonta aos primórdios da arte rupestre e à qual o francês Henri Rousseau, apadrinhado pelo seu amigo Pablo Picasso, conferiu honras de corrente artística.

A pintura Naïf muitas vezes sem técnica, mas sempre com autenticidade, espontaneidade e poesia, utilizando nos seus trabalhos, não apenas as telas e as tintas, mas também o coração e o sonho. A Galeria de Arte do Casino Estoril acolheu sempre a pintura naïf com muito carinho, divulgando-a todos os anos, através deste Salão e promovendo os autores de qualidade.

Nesta exposição encontram-se presentes trabalhos dos seguintes artistas: A.Barbosa, Albino José Moreira, António Poteiro, A.Réu, Arménio Ferreira, Augusto Pinheiro, Basi, Bento Sargento, Carlos Ribeiro Antunes, Crucianu, Elza Filipa, Emil Pavelescu, Feliciana, Isabelino Coelho, Ivone Carvalho, J.B.Durão, Jorge Viriato, José Maria, Juan Guerra, Luiza Caetano, Manuel Carvalho, Manuel Castro, Maria Antónia Gomes, Maria Júlia, Maria Vilaça, Myriam F., Nell, Orlando Fuzinelli, Ramos Santos, Remy Júnior Gabriel, Silvana, Silva Vieira, Silvestre Dacosta, Vila Nova e Zé Cordeiro.

Entre os nomes referidos, há alguns que são referências de nível mundial, como o luso-brasileiro, nascido em Barcelos, António Poteiro, Emil Pavelescu, romeno que consta do mais qualificado livro sobre arte ingénua, “L´art Naif Encyclopédie Mondiale”, assim como, Isabelino Coelho, Albino José Moreira, Augusto Pinheiro e Manuel Castro, quatro nomes de artistas portugueses, que são presença incontornável nesta mostra.

A exposição ficará patente ao público todos os dias, até 5 de Setembro das 15h00 às 24h00 e tem entrada gratuita.

Texto de Margarida Vieira Louro

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