Figuras públicas dão a cara pela Madeira em nova campanha

A Região Autónoma da Madeira tem uma nova campanha publicitária na”rua”, com o objectivo sensibilizar os turistas a viajarem para a Madeira, ainda este ano.

É com a afirmação “Este ano eu vou à Madeira” que figuras públicas como Luís Represas, Roberta Medina, Ricardo Carriço, Bibá Pitta, Serenella Andrade e Maria José Valério se associaram à promoção da Região Autónoma transmitindo a mensagem de que a alma e a beleza da Madeira se mantêm intactas.

O evento de lançamento, que decorreu na Casa da Madeira em Lisboa, contou com a participação de figuras públicas como Júlio César, Luís Represas, Maria José  Valério, Paula Lobo Antunes, Ruy de Carvalho e Serenella Andrade, que se associaram à promoção da Região Autónoma, “mostrando que a ilha continua a ser um destino de sonho”, nas palavras da Secretária Regional do Turismo e Transportes da Madeira, Conceição Estudante.

Durante o evento foi apresentado um filme institucional de 30 segundos, que vai ser passado nas televisões internacionais e que aposta na palavra “obrigado” repetida por vários anónimos madeirenses, antecipando a visita dos estrangeiros que se deixarem seduzir para umas férias no arquipélago.

O plano de meios, cujo investimento ronda os 500 mil euros, inclui anúncios de imprensa, muppies, multibanco, outdoors e spots rediofónicos e televisivos.

A Youmix, agência de publicidade responsável pela criatividade da campanha, criou duas abordagens diferenciadas para os mercados nacional e internacional. A campanha combina o gesto de gratidão dos madeirenses, usado na campanha internacional, com um convite mais directo, protagonizado por figuras públicas, no mercado nacional. A produção está avaliada em 250 mil euros, foi produzida em regime “pro bono”.

A campanha foi apresentada pela secretária regional do Turismo e Transportes da Madeira, Conceição Estudante, e pela directora regional de Turismo, Raquel França, consiste num investimento de 500 mil euros, e a participação de várias figuras públicas.

Por Cristina Alves

Deixar uma resposta