Festival Cantabile e a Arte da Música de Câmara regressa com obras do romantismo alemão do século XIX

O Festival  Cantabile está de volta num ambiente de claro bom gosto, após o concerto de abertura, no dia 7 de Setembro, na Sala de Música do Palácio Monserrate, seguem-se concertos no Salão Nobre do Teatro Nacional de São Carlos e no auditório do Goethe-Institut.

O núcleo musical do festival é constituído por um grupo de quatro solistas com notáveis carreiras internacionais: Tanja Becker-Bender (violino), Diemut Poppen (viola e direção artística), Alexander Chaushian (violoncelo) e Herbert Schuch (piano), que garantem aos amantes de música de câmara em Portugal o mais elevado nível artístico com um programa que tem no seu centro as obras do romantismo alemão do século XIX e que abrange com uma dúzia de compositores os 300 anos do Barroco ao Contemporâneo.

O canto, orquestra, e vídeo arte fazem parte do dinamismo deste Festival. O lendário barítono Tom Krause conduz uma Masterclass de canto, no Salão Nobre da ópera. No fim do festival, estreia-se no mesmo local a nova Lisbon Chamber Orquestra com o maestro Samuel Barsegian, um agrupamento que promete enriquecer o panorama nacional neste campo.

Outra novidade é a colaboração do Festival Cantabile com o FUSO – Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa. Em diálogo com as composições de Bártok, Zimmermann, Ligeti, Mahler e Beethoven, o concerto no auditório do Goethe-Institut apresenta algumas das melhores obras que concorreram para a Secção Competitiva Portugal 2011.

Texto de Margarida Vieira Louro

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