Eunice Muñoz regressa quinta-feira ao palco do D. Maria II

Eunice1O Ano do Pensamento Mágico é a peça da autoria de Joan Didion, que estreia esta quinta-feira, dia 12 de Novembro, na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, e que apresenta Eunice Muñoz em palco, sozinha, numa encenação de Diogo Infante.

A peça, que marca o regresso da veterana atriz portuguesa, às tábuas do Teatro Nacional, marca também a estreia de Diogo Infante como encenador de uma peça neste espaço, desde que assumiu o cargo de director do teatro.

Sentam-se para jantar e a vida como a conhecem termina”. Na noite de 30 de Dezembro de 2003, Joan Didion e o seu marido, John, entram  em casa depois de visitar a filha, Quintana, internada com uma infecção generalizada. Joan e John sentam-se para jantar e eis quando, no silêncio que se instala, John morre de ataque cardíaco. Esta história mostra a profundidade que só as grandes relações têm e reflecte sobre a doença e a morte, sobre a probabilidade e o acaso,sobre a saudade e o amor.

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Uma peça dramática que reflecte sobre as relações entre as pessoas, entre um casal e a nossa passagem pelo mundo, no que se advinha ser mais uma grande interpretação de Eunice Muñoz.

Eunice4De 12 de Novembro a 20 de Dezembro, de quarta-feira a sábado, às 21h30 e domingo às 16h00, na Sala Garrett, do Teatro Nacional D. Maria II.

Também no dia 12, está marcada a inauguração da exposição EUNICE – Retrato(s) de uma Actriz, que vai estar patente ao público até dia 31 de Dezembro, no TNDM II, de quarta-feira a domingo, das 15h00 às 18h30.

Fotos de António Murteira da Silva

1 Comentário

  1. Foi mágico!
    Tivemos, com muito agrado, no passado dia 15 a possibilidade de rever a Grande Sra. Eunice Muñoz no D.Maria em «O Ano do Pensamento Mágico», excelente actriz, de uma grande plenitude e uma grande presença dentro e fora dos palcos, não podemos ficar imunes a toda a envolvência a que nos conduz em todo o desenrolar da história de forma intensa, não deixando também para trás o mérito do seu encenador Diogo Infante. Eunice trás-nos uma viagem pela vida e a inevitável morte ligadas por um elo que é o amor, com uma piscadela de olho a algo semelhante a um ritual mágico a «fortalece-la» de algum modo também… mas é sobretudo o amor que prevalece.
    Imperdível!
    Toda a equipa está de parabéns (em especial para a Eunice e o Diogo).
    Abraços e continuação do excelente trabalho a que nos habituaram.
    Ana.

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