“Caveman” está de volta a Lisboa para 2º round de humor

Caveman, a comédia sobre as diferenças entre sexos, já adaptada em mais de 30 países e em 15 línguas, está de volta ao Teatro Armando Cortez em Lisboa, seu ponto de partida em Janeiro de 2009.

caveman_01Em palco, Jorge Mourato, num monólogo dirigido à plateia, tem a capacidade de levar os espectadores “às lágrimas de tanto rirem”, com o retrato de imagens do quotidiano de homens e mulheres da geração pós-25 de Abril. Ao longo da peça, o actor tenta ainda encontrar resposta a uma questão essencial: “O que é ser homem?”

Partindo de um ponto de vista masculino, Caveman faz-nos rir de nós próprios e da forma como homens e mulheres lutam, riem e amam. A peça pode ainda ser vista sob uma perspectiva terapêutica, servindo de elemento “apaziguador” de mal-entendidos entre casais, que ao assistirem a esta comédia terão a possibilidade de ver os seus problemas retratados em palco de uma forma descontraída.caveman_02

Com uma visão hilariante sobre a sensibilidade feminina e masculina contemporâneas, Caveman encontrou uma forma de ir directo ao “cerne da questão” na temática dos relacionamentos. Uma deliciosa comédia para ambos os sexos, de qualquer faixa etária ou camada social.

No final fica uma certeza: “Para compreendermos a diferença entre homens e mulheres teríamos que recuar milhares de anos, até ao tempo das cavernas”.

A versão original, da autoria de Rob Becker, estreou em 1991, em São Francisco, e desde então mais de oito milhões de espectadores em todo o mundo puderam rir com esta delirante comédia. Já em Portugal, depois de mais de 20 mil pessoas terem assistido à peça na primeira temporada na capital, e nas cidades do Porto, Braga e Faro, Caveman regressou a Lisboa a 3 de Setembro, à Casa do Artista.

O olhar hilariante de Caveman sobre a forma como homens e mulheres se relacionam, conjugado com a encenação de António Pires, as capacidades interpretativas e humor físico de Jorge Mourato, constituem certamente o “segredo do sucesso” em Portugal.

Quem ainda não assistiu a esta peça, tem agora uma nova oportunidade para a ver ou rever, se preferir, estes 80 minutos de boa disposição e humor. A não perder de quarta-feira a sábado às 21h30 e aos domingos às 19h00. Os bilhetes variam entre os 20 e os 22 euros.

Texto de Cristina Alves
Fotos gentilmente cedidas por Global Press

Deixar uma resposta