As Aventuras de Pinóquio é a nova peça da Quinta da Regaleira a partir deste sábado

(VÁRIOS) INDIGNADOSAs Aventuras de Pinóquio de Carlo Collodi, escritor e jornalista italiano do século XIX, é a próxima aventura apresentada pela Byfurcação Teatro, nos jardins e edifícios da Quinta da Regaleira em Sintra, entre os dias 27 de abril e 29 de setembro.

Depois do sucesso obtido com as peças para crianças e adultos como O Principezinho e Alice no País das Maravilhas, As Aventuras de Pinóquio traz-nos agora a história de Pinóquio, uma pequena marioneta de madeira criada por Gepeto, que sonha ser um menino de verdade.

A encenação é de Sérgio Moura Afonso, com adaptação do texto feito pelo mesmo e por Sara Ferreira. A interpretação conta com André Pardal, Catarina Salgueiro, João Brás, José Redondo, Pedro Luzindro e Rute Lizardo. A música original é de Nuno Cintrão e a cenografia de Paulo Gonçalves e João Santos. Os figurinos são de Carina Galvão.

É oferecido a Gepeto um tronco de madeira, pelo qual logo se enamora. Trabalhando noite e dia, cuidando dele como se fosse um filho, Gepeto termina finalmente a sua grandiosa “obra”.
Mas esta marioneta revela-se mais que um “pau mandado” e, com a sua personalidade impertinente e curiosa, vive as aventuras mais incríveis, sempre em busca do seu maior desejo – ser um menino de verdade.
Sem obedecer ao “pai” Gepeto, nem à sua própria consciência, Pinóquio descobre praticamente sozinho, as agruras da vida.

Indicado para um público a partir dos seis anos de idade, As Aventuras de Pinóquio estará em cena de 27 de abril a 29 de setembro, aos sábados às 17h00 e aos domingos às 11h00 (exceto no dia 18 de maio). A partir de dia 1 de junho haverá, além das duas sessões já existentes, mais uma sessão aos domingos às 17h00. A partir do dia 28 de junho e até ao dia 30 de agosto, poder-se-á contar também com uma sessão às sextas-feiras às 17h00. A partir do dia 7 de setembro, manter-se-ão apenas as sessões aos fins-de-semana.

O bilhete tem o preço de 7 euros e pode ser adquirido na bilheteira da Quinta da Regaleira.

Texto de Joana Resende

 

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